domingo, 9 de maio de 2010

Mãe, criação de Deus!


No dia em que Deus criou as mães (e já vinha virando dia e noite ha seis dias), um anjo apareceu-lhe e disse:
Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:
Você já leu as especificações desta encomenda?
Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico.
Deve ter 180 partes moveis e substituíveis, funcionar a base de café, e sobras de comida.
Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças.
Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.
O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
Seis pares de mãos Senhor? Parece impossível ?
Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?
O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
E tem isso no modelo padrão?
O Senhor Deus assentiu:
Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba); outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe: Eu te compreendo e te amo! sem dizer uma palavra.
E o anjo mais uma vez comenta-lhe:
Senhor...já é hora de dormir. Amanhã é outro dia.
Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
Não posso, já esta quase pronta. Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...
O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
É muito delicada, Senhor!...
Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
Mas é muito resistente! Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!
O anjo, analisando melhor a criação, observa:
Ha um vazamento ali Senhor...
Não é um simples vazamento, é uma lagrima! E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores e solidão e outros sentimentos.
Vós sois um gênio, Senhor! disse o anjo entusiasmado com a criação.

O valor de uma Mãe


MÃE! Pessoas que não têm guerra para desistir.
Pessoas que não fogem de nenhum compromisso.

Querem guerrear, levem uma mãe.
Querem vencer, levem uma mãe.

Coloquem sempre uma mãe na frente,
Que não haverá nenhuma bala que o atingirá.

Não tem nada que uma mãe não possa enfrentar.
A mãe não desiste nunca,
A mãe tem todas as forças do mundo a seu favor.
A mãe usa o maior escudo já existente.

O que você pensa ao falar de uma mãe,
Será muito pouco pelo que ela representa

sábado, 8 de maio de 2010

1° Cristoteca Discípulos Amados



"Na batida da salvação, buscando o Alto!"

Local: Auditório de São Pedro e São Pedro
Ingressos: R$ 2,00
Horrario: ás 18:00hrs

HOJE ás 19:00hrs na Comunidade N. S. de Nazaré

Religiosidade faz bem para a saúde, afirmam cientista


Você sabia que rezar faz bem à saúde? Pois é. E quem está afirmando isso não é um padre, nem um bispo, mas médicos e cientistas.
Que rezar faz bem à alma, todo mundo já sabia. A "novidade" é que a prática também traz benefícios à saúde.
A afirmação é fruto de um estudo sério e profundo realizado por médicos norte-americanos. A pesquisa analisou, por trinta anos, 6.500 pacientes e foi constatado que a fé os ajudou a prevenir doenças do coração.

Outro estudo, da Universidade de Duke, concluiu que a prática da oração reduziu em até 40% o risco de a pessoa desenvolver hipertensão.
"A própria religiosidade ou a crença em um ser superior pode produzir certas modificações no organismo, que leva o indivíduo a se tornar menos suscetível a problemas de saúde", diz o psicoterapeuta da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutor José Roberto Leite.

A relação entre fé e cura de doenças é tema de livros acadêmicos, e ganha cada vez mais espaço no meio científico.
"Um estudo feito na Universidade de Pávia, na Itália, analisou pessoas rezando o terço e suas taxas de fluxo sanguíneo cerebral, eletrocardiograma, pressão arterial, enfim, todos os parâmetros cardiovasculares. Havia uma melhora significativa nesses níveis", explica o médico cardiologista doutor Roque Savioli.

A pesquisa norte-americana deteve-se às doenças do coração, mas, de acordo com especialistas, a fé traz benefício também ao tratamento de outros tipos de doença, até as mais graves, como a Aids.
O capelão do Hospital Emilio Ribas (SP), padre João Inácio Mildner, atua há 19 anos na instituição, que é a maior no setor de tratamento de doenças infectocontagiosas da América Latina. A maioria dos internados é portadora do vírus HIV. De acordo com o sacerdote, mesmo em doenças mais graves, a fé torna-se um santo remédio.
"Os pacientes que assumem a sua fé, assumem mais de perto o sofrimento humano, como que se associando ao sofrimento do Cristo para a redenção da humanidade. Isso ajuda a criar coragem para enfrentar o sofrimento também, como Cristo enfrentou", destaca.

Quando se tem fé, o paciente enfrenta de maneira diferente a doença, complementa o médico infectologista doutor Jamal Suleiman. "É possível que você tenha benefício quando acredita em algo. Eu penso que isso pode funcionar como uma ferramenta de muita valia para o tratamento das pessoas".
É o caso de Maria Jucilene. Aos 36 anos de idade, já faz 15 que ela luta contra o vírus do HIV, contraído de um ex-namorado. Antes da fé, o desejo de morrer era constante; hoje, sua vida encontrou um novo sentido.
"Antes de eu ter Deus, eu não pensava em nada, não estava 'nem aí' para nada. Eera tudo só diversão. Hoje, para mim, Deus é tudo, é vida, é luz, saúde, é tudo", ressalta.
O psicoterapeuta José Roberto finaliza: "Quem tem fé, ou quem alimenta uma crença, uma religiosidade, deve viver mais tempo que aquele que não alimenta".

Cristão deve "viver vida nova" já aqui na terra, diz Papa

"A união sacramental, mas real, com o Mistério pascal de Cristo abre ao batizado a perspectiva de participar da sua própria glória. E isso tem uma consequência já para a vida na terra, porque, se em virtude do batismo nós já participamos da ressurreição de Cristo, então já agora 'podemos caminhar em uma vida nova'".
Esse é um dos trechos da homilia de Bento XVI durante as exéquias do Cardeal italiano Luigi Poggi, que possuía o título de Arquivista e Bibliotecário emérito da Santa Igreja Romana. Poggi morreu na terça-feira, 4, aos 92 anos.

A Santa Missa foi presidida pelo Decano do Colégio dos Cardeais, Cardeal Angelo Sodano, juntamente com outros Cardeais, no altar da Cátedra da Basílica Vaticana, no final da tarde desta sexta-feira, 7. Já a Liturgia das Exéquias foi presidida pelo Santo Padre, com o rito da Ultima Commendatio e da Valedictio.
O Santo Padre destacou que a "dor pela perda de sua pessoa é mitigada pela esperança na ressurreição, embasada na palavra do próprio Jesus". Nesse sentido, se a morte parece tornar tudo irremediavelmente perdido para o homem que não tem fé, o cristão é convidado a um olhar de esperança.
"É a palavra de Cristo, então, a iluminar o caminho da vida e a conferir valor a cada momento. [...] Jesus não poderia ser mantido na morte. Deus dissolveu suas angústias, porque não era possível que essa o mantivesse em seu poder. Sobre a Cruz Cristo alcançou a vitória, que devia se manifestar com a superação da morte, isto é, com a sua ressurreição", ressaltou.
O Pontífice elencou a extensa lista de atribuições do Cardeal Poggi durante os mais de 60 anos de serviço à Santa Sé, seja na qualidade de Núncio Apostólico ou de Delegado Apostólico, especialmente no difícil período da Segunda Guerra e, após, no relacionamento com governos de países comunistas.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Vem aí a 1° Cristoteca


Não perca...

A solidão necessária


"O homem tem medo do seu 'desconhecido' interior!"

Por muito tempo a solidão foi tratada como algo ruim ao ser humano, definida como “vazio interior”, associada ao isolamento de pessoas e até diagnosticada como doença. Toda definição de solidão como algo plenamente negativo está equivocada. O ser humano, por natureza, tende a ser para os outros, a se relacionar e a viver em sociedade, mas também tem necessidade de estar consigo mesmo, de viver uma solidão necessária.

Não me refiro aqui ao isolamento patológico, aquele que surge mais como sintoma de uma enfermidade e que não pode ser definida apenas como um sentimento, como é o caso da depressão, por exemplo, visto que esta deve ter o acompanhamento profissional e tratamento médico.
O homem moderno é um fugitivo, talvez a grande causa desse problema esteja na fuga de si mesmo, na incapacidade de estar a sós. Ele foge de uma solidão que quer lhe fazer bem.

Muitas pessoas evitam uma solidão que lhes permite estar consigo mesmas, fogem então da possibilidade do encontro, da cura, do autoconhecimento. Geralmente fugimos de algo que nos assusta, daquilo que não queremos enfrentar e que nos causa dor e tristeza.
Ainda quando crianças tínhamos medo do escuro ou dos “monstros” que poderiam surgir dos lugares mais bizarros de nossa casa, enfim, tínhamos o medo do misterioso e das fantasias criadas por nossos pais e por pessoas com as quais convíviamos. O homem moderno continua temendo o desconhecido, no entanto, este não está nem tanto no exterior ou nas fantasias criadas pelos outros; o homem, ainda que inconscientemente, tem medo do seu “desconhecido” interior, de mergulhar nas profundezas do seu ser, e como a solidão é a porta para adentrar no desconhecido do seu “eu”, o homem cria mecanismos de defesa, entra no “agito”, no trabalho frenético, nas “baladas” sem fim, na busca desenfreada por dinheiro, sexo, diversão, tudo isso como medo de si mesmo.

Existe uma solidão necessária para o homem como alternativa da busca de si mesmo, mas não para se encerrar em si, mas para transcender, pois o ser humano, por si só, também é um poço de limites, entregue a si mesmo ele também não se satisfaz, mas sua finitude o impulsiona para o infinito. E aqui entra a maravilhosa descoberta filosófica – e por que não teológica - de Santo Agostinho: Noli foras ire, in teipsum redi: in interiore homine habitat veritas. Em português: “Não vá fora, entra em ti mesmo: no homem interior habita a verdade”.

No seu pensamento, Santo Agotinho, doutor da Igreja, percebe que quanto mais o homem fica no exterior, tanto mais esvazia-se de si mesmo; ao contrário, quando este entra em si mesmo, recolhendo-se em sua intimidade, é justamente aí que encontra Deus. Então, constatamos que o segredo para o ser humano é a intimidade consigo e com o seu ser espiritual.

Esse grande santo da Igreja não entende o homem espiritual como aquele que rejeita as coisas materiais, o homem espiritual, para ele, é antes de tudo aquele que tem a capacidade de mergulhar na sua alma e ali encontrar o Senhor, que faz morada na alma do homem.
No entanto, muitos de nós hoje não compreendemos isso, a nossa ideia de Deus lá nos céus, incapaz de ser alcançado, muitas vezes, é objeto do temor de entrarmos em nós mesmos e de nos conhecermos. Por isso, muita gente, quando foge da solidão, foge de si mesma e, por consequência, foge do encontro com o Todo-poderoso.

Existe em nós uma abençoada solidão, aquele “vazio” interior que não é algo ruim, mas sim, o convite do próprio Deus para O encontrarmos num lugar em nosso interior, no qual somente Ele habita. E ali é só Ele e você, nada e ninguém mais, silêncio e diálogo (oração). Todo homem recebe este convite, mas poucos respondem a ele. Portanto, nem toda solidão deve ser curada e reprimida, há a solidão como condição necessária para o encontro; esta deve ser vivida.

Daniel Machado
Comunidade Canção Nova