terça-feira, 11 de maio de 2010

Vem aí... Novo Pentecostes


Uma série de postagens sobre o Espirito Santo, aquele que nos conduz e nos mostra o caminho que divemos seguir, sem o Espirito Santo não somos nada, ele nus conduz e se derrama sobre nós porque precisamos, porque somos fracos, este Espirito derramado transforma nossas vidas e muda as nossas ações!
Logo abaixo estão os temas das três primeiras postagens;

1° Pentecostes: Sonho e Realidade
2° Pentecostes pessoal
3° Sem o Espirito Santo, o Cristo permanece no passado

Aguardem...

O sentimento de culpa

"Pessoas que possuem dificuldade para lidar com seus limites!"

A culpa atormenta a muitos, muitas vezes de forma tão intensa que pode “travar” a vida da pessoa. Ela traz junto a si tristeza, o desconforto e a ansiedade. É um sentimento imediato, irracional, de angústia e de autocondenação que, às vezes, atormenta-nos e nos faz sentir dores de estômago.

Mas de onde nasce este sentimento? A culpa nasce do conceito que trazemos dentro de nós do que é certo ou errado, do que é nosso dever fazer ou do que não devemos fazer. Conceitos introjetados em nós de acordo com a cultura em que vivemos. Ele surge [sentimento de culpa] quando contrariamos esses conceitos.

Quando a pessoa possui uma noção distorcida do próprio poder ou traz dentro de si conceitos muito rígidos e inflexíveis, noções desumanas de certo ou errado, tende a se sentir excessivamente culpada. Às vezes a culpa se refere não ao seu pesar por ter perdido o ideal, mas ao desapontamento por não ver realizado o desejo de ser amada, reconhecida, valorizada.
Outras pessoas, por não conseguirem deparar com o próprio erro, tendem a sempre colocar a culpa nos outros. Por outro lado, a culpa é importante no nosso processo de crescimento pessoal e amadurecimento humano, e aqueles que são destituídos desse sentimento, vivem num mundo sem moral e sem lei, o que pode ser muito perigoso e até doentio.

A culpa, portanto, tem diversas nuances: pode ser um sentimento destrutivo e infantil, que nos fecha em nós mesmos e nos impede de amadurecer, e pode ser um sentimento construtivo, essencial para sermos pessoas responsáveis e capazes de crescer. A culpa positiva nasce da comparação entre o meu “eu” e os valores que me solicitam: a consciência de ter transgredido um estilo de vida livremente aceito, ou seja, nasce da consciência de ter transgredido um valor importante para mim (sinto-a, porque perdi o verdadeiro sentido de minha vida). Nasce da capacidade de julgarmos a nós mesmos em termos dos valores morais que trazemos interiorizados. Nesse caso, quando a pessoa depara com o sentimento de culpa, o que acontece é uma atitude de autocrítica, de percepção do próprio erro e a decisão de mudança de comportamento e de postura diante do próprio erro.
Aqueles que possuem dificuldade para lidar com os próprios limites, erros, fracassos, incapacidades, tendem a se martirizar e se culpar de forma excessiva. A causa da culpa destrutiva pode ser o medo do castigo (real ou imaginário) proveniente dos outros ou da própria pessoa que tem esse sentimento, ou seja, o medo de ser castigada pelos outros ao ser descoberta em seu erro, ou uma tendência à autopunição e à autocondenação, na qual a pessoa se martiriza pelo próprio erro, travando toda a sua vida futura.

Aprender a reconhecer a própria culpa é aprender a reconhecer que temos limites, que somos frágeis, que somos humanos e, portanto, erramos.

Existem pessoas que fazem um ideal de si mesmas tão alto que isso se torna algo inatingível e, com isso, elas nunca conseguem estar à altura dos próprios ideais, caindo numa autocobrança impiedosa. Não podemos nos esquecer de que todos nós, homens e mulheres, trazemos em nós virtudes e defeitos, riquezas notáveis e incoerências.
Reconhecer a nossa culpa exige coragem para reconhecermos nossas próprias limitações. Reconhecer a própria culpa é essencial para que brote uma nova postura diante de nós mesmos e do mundo, sem cobranças, sem acusações, sem autopiedade.

Precisamos aprender a ter uma justa estima de nós mesmos, uma autoimagem correta e normal, no reconhecimento de que somos dotados de muitos elementos positivos e, ao mesmo tempo, possuímos muitos contornos limitantes que dificultam o agir. Ter uma imagem realista de nós mesmos, reconhecendo que não somos a pessoa que fomos no passado, mas que ainda não somos a pessoa que seremos no futuro.
Que tipo de sentimento de culpa você traz dentro de si? Uma culpa destrutiva, por medo de ser castigado ou por não admitir seus próprios erros? Ou uma culpa positiva, que nasce da consciência de nossa possibilidade de errar e que o leva a buscar ser cada dia melhor?

Manuela Melo
psicologia@cancaonova.com

domingo, 9 de maio de 2010

Mãe, criação de Deus!


No dia em que Deus criou as mães (e já vinha virando dia e noite ha seis dias), um anjo apareceu-lhe e disse:
Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:
Você já leu as especificações desta encomenda?
Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico.
Deve ter 180 partes moveis e substituíveis, funcionar a base de café, e sobras de comida.
Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças.
Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.
O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
Seis pares de mãos Senhor? Parece impossível ?
Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?
O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
E tem isso no modelo padrão?
O Senhor Deus assentiu:
Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba); outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe: Eu te compreendo e te amo! sem dizer uma palavra.
E o anjo mais uma vez comenta-lhe:
Senhor...já é hora de dormir. Amanhã é outro dia.
Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
Não posso, já esta quase pronta. Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...
O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
É muito delicada, Senhor!...
Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
Mas é muito resistente! Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!
O anjo, analisando melhor a criação, observa:
Ha um vazamento ali Senhor...
Não é um simples vazamento, é uma lagrima! E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores e solidão e outros sentimentos.
Vós sois um gênio, Senhor! disse o anjo entusiasmado com a criação.

O valor de uma Mãe


MÃE! Pessoas que não têm guerra para desistir.
Pessoas que não fogem de nenhum compromisso.

Querem guerrear, levem uma mãe.
Querem vencer, levem uma mãe.

Coloquem sempre uma mãe na frente,
Que não haverá nenhuma bala que o atingirá.

Não tem nada que uma mãe não possa enfrentar.
A mãe não desiste nunca,
A mãe tem todas as forças do mundo a seu favor.
A mãe usa o maior escudo já existente.

O que você pensa ao falar de uma mãe,
Será muito pouco pelo que ela representa

sábado, 8 de maio de 2010

1° Cristoteca Discípulos Amados



"Na batida da salvação, buscando o Alto!"

Local: Auditório de São Pedro e São Pedro
Ingressos: R$ 2,00
Horrario: ás 18:00hrs

HOJE ás 19:00hrs na Comunidade N. S. de Nazaré

Religiosidade faz bem para a saúde, afirmam cientista


Você sabia que rezar faz bem à saúde? Pois é. E quem está afirmando isso não é um padre, nem um bispo, mas médicos e cientistas.
Que rezar faz bem à alma, todo mundo já sabia. A "novidade" é que a prática também traz benefícios à saúde.
A afirmação é fruto de um estudo sério e profundo realizado por médicos norte-americanos. A pesquisa analisou, por trinta anos, 6.500 pacientes e foi constatado que a fé os ajudou a prevenir doenças do coração.

Outro estudo, da Universidade de Duke, concluiu que a prática da oração reduziu em até 40% o risco de a pessoa desenvolver hipertensão.
"A própria religiosidade ou a crença em um ser superior pode produzir certas modificações no organismo, que leva o indivíduo a se tornar menos suscetível a problemas de saúde", diz o psicoterapeuta da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutor José Roberto Leite.

A relação entre fé e cura de doenças é tema de livros acadêmicos, e ganha cada vez mais espaço no meio científico.
"Um estudo feito na Universidade de Pávia, na Itália, analisou pessoas rezando o terço e suas taxas de fluxo sanguíneo cerebral, eletrocardiograma, pressão arterial, enfim, todos os parâmetros cardiovasculares. Havia uma melhora significativa nesses níveis", explica o médico cardiologista doutor Roque Savioli.

A pesquisa norte-americana deteve-se às doenças do coração, mas, de acordo com especialistas, a fé traz benefício também ao tratamento de outros tipos de doença, até as mais graves, como a Aids.
O capelão do Hospital Emilio Ribas (SP), padre João Inácio Mildner, atua há 19 anos na instituição, que é a maior no setor de tratamento de doenças infectocontagiosas da América Latina. A maioria dos internados é portadora do vírus HIV. De acordo com o sacerdote, mesmo em doenças mais graves, a fé torna-se um santo remédio.
"Os pacientes que assumem a sua fé, assumem mais de perto o sofrimento humano, como que se associando ao sofrimento do Cristo para a redenção da humanidade. Isso ajuda a criar coragem para enfrentar o sofrimento também, como Cristo enfrentou", destaca.

Quando se tem fé, o paciente enfrenta de maneira diferente a doença, complementa o médico infectologista doutor Jamal Suleiman. "É possível que você tenha benefício quando acredita em algo. Eu penso que isso pode funcionar como uma ferramenta de muita valia para o tratamento das pessoas".
É o caso de Maria Jucilene. Aos 36 anos de idade, já faz 15 que ela luta contra o vírus do HIV, contraído de um ex-namorado. Antes da fé, o desejo de morrer era constante; hoje, sua vida encontrou um novo sentido.
"Antes de eu ter Deus, eu não pensava em nada, não estava 'nem aí' para nada. Eera tudo só diversão. Hoje, para mim, Deus é tudo, é vida, é luz, saúde, é tudo", ressalta.
O psicoterapeuta José Roberto finaliza: "Quem tem fé, ou quem alimenta uma crença, uma religiosidade, deve viver mais tempo que aquele que não alimenta".

Cristão deve "viver vida nova" já aqui na terra, diz Papa

"A união sacramental, mas real, com o Mistério pascal de Cristo abre ao batizado a perspectiva de participar da sua própria glória. E isso tem uma consequência já para a vida na terra, porque, se em virtude do batismo nós já participamos da ressurreição de Cristo, então já agora 'podemos caminhar em uma vida nova'".
Esse é um dos trechos da homilia de Bento XVI durante as exéquias do Cardeal italiano Luigi Poggi, que possuía o título de Arquivista e Bibliotecário emérito da Santa Igreja Romana. Poggi morreu na terça-feira, 4, aos 92 anos.

A Santa Missa foi presidida pelo Decano do Colégio dos Cardeais, Cardeal Angelo Sodano, juntamente com outros Cardeais, no altar da Cátedra da Basílica Vaticana, no final da tarde desta sexta-feira, 7. Já a Liturgia das Exéquias foi presidida pelo Santo Padre, com o rito da Ultima Commendatio e da Valedictio.
O Santo Padre destacou que a "dor pela perda de sua pessoa é mitigada pela esperança na ressurreição, embasada na palavra do próprio Jesus". Nesse sentido, se a morte parece tornar tudo irremediavelmente perdido para o homem que não tem fé, o cristão é convidado a um olhar de esperança.
"É a palavra de Cristo, então, a iluminar o caminho da vida e a conferir valor a cada momento. [...] Jesus não poderia ser mantido na morte. Deus dissolveu suas angústias, porque não era possível que essa o mantivesse em seu poder. Sobre a Cruz Cristo alcançou a vitória, que devia se manifestar com a superação da morte, isto é, com a sua ressurreição", ressaltou.
O Pontífice elencou a extensa lista de atribuições do Cardeal Poggi durante os mais de 60 anos de serviço à Santa Sé, seja na qualidade de Núncio Apostólico ou de Delegado Apostólico, especialmente no difícil período da Segunda Guerra e, após, no relacionamento com governos de países comunistas.