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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Missa de sétimo dia é celebrada em Realengo - RJ

TRAGÉDIA
Público durante missa de sétimo das vítimas da Escola Tasso da Silveira, celebrada na rua em frente à escola em Realengo, Rio de Janeiro.


 SOFRIMENTO
Empresário mineiro passa a noite amarrado a uma cruz em frente à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. Hoje ocorre a missa de sétimo dia em homenagem às vítimas do massacre ocorrido no colégio.

 SOBREVIVENTE
Alan Mendes da Silva, de 13 anos, é um dos sobreviventes do ataque do atirador Wellington Menezes de Oliveira à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona 
oeste do Rio de Janeiro. Ele se emociona durante a 
missa de sétimo dia para as vítimas.
 
CONDOLÊNCIAS
Ator Milton Gonçalves comparece à missa de sétimo dia das vítimas da Escola Tasso da Silveira, que ocorre na rua em frente a escola em Realengo, Rio de Janeiro.
 
SOLIEDARIEDADE
Moradores, estudantes, pais de alunos e familiares das vítimas do massacre comparecem à missa de sétimo dia 
em frente à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. Doze crianças 
foram mortas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira, ex-aluno do colégio, na última quinta-feira, dia 07/04.
 
TRISTEZA
Público durante missa de sétimo das vítimas da Escola Tasso da Silveira, celebrada na rua em frente à escola em Realengo, Rio de Janeiro.
 
CALAMIDADE
Público durante missa de sétimo das vítimas da Escola Tasso da Silveira, celebrada na rua em frente à escola em Realengo, Rio de Janeiro.
 
DOR
Público durante missa de sétimo das vítimas da Escola Tasso da Silveira, celebrada na rua em frente à escola em Realengo, Rio de Janeiro.
 
COMOÇÃO
Público durante missa de sétimo das vítimas da Escola Tasso da Silveira, celebrada na rua em frente à escola em Realengo, Rio de Janeiro.
 
COMPAIXÃO
Público durante missa de sétimo dia das vítimas da Escola Tasso da Silveira, celebrada na rua em frente à escola em Realengo, Rio de Janeiro.
 
Fonte:Estadão
Edição:Thiago Calixto

sábado, 9 de abril de 2011

Bullying nas Escolas brasileiras.



















Uma violência física, mas, muitas vezes, psicológica: este é o bullying, termo que tem origem na palavra inglesa bully, que significa "brigão", "valentão". Na prática, traduz-se em atos de covardia, tirania, agressão, opressão, maus-tratos, ironias, que acontecem de forma repetitiva e não necessariamente com uma agressão física, mas na maioria das vezes acompanhado de tratamento ofensivo, ameaças e torturas psicológicas. Essas agressões possuem um caráter intencional e, muitas vezes, a pessoa que sofre o bullying pode ser abordada por uma ou por várias pessoas.

Forma de violência que tem crescido no mundo, pode fazer vítimas em diversos contextos sociais: escola, família, universidade, vizinhança, local de trabalho. Pode começar com um simples apelido "inofensivo", mas que pode ter grande repercussão para a pessoa atingida.

Sabemos que essa prática existe há muito tempo, mas nem sempre recebeu esse nome. Estudos mostram a preocupação de vários setores da sociedade com o crescente número desses casos de agressão, especialmente nas escolas.

Aquele que sofre com o bullying, muitas vezes, vive esse processo sozinho. Podemos observar que, além do isolamento ou da queda do aproveitamento escolar de uma criança ou jovem que passa por essa situação, ela também pode iniciar um processo de adoecimento psicossomático, de estado emocional, sintomas depressivos, estresse elevado; e tudo isso somado pode afetar sua personalidade. Ao ser ridicularizada a pessoa passa a não enfrentar mais o contato social e, aos poucos, perde o prazer em atividades sociais, como frequentar a escola, lazer ou qualquer situação em que necessite se expor, por medo de ser novamente vítima desse processo.

Esse fenômeno leva a pessoa vítima da agressão mobilizar seu medo, sua angústia e a reprimir a raiva e até mesmo a ter sentimentos de culpa, como se ela fosse responsável pelos ataques sofridos. Muitas vezes, não há denúncia, pois o agredido teme ser ainda mais perseguido; de forma que o agressor se vale desse silêncio como proteção e anonimato.

Um dado muito importante deve servir de alerta para todos nós: estudos mostram que, em 80% dos casos, aqueles que praticam esse tipo de violência afirmam que a causa principal desse comportamento é a necessidade de replicar em outras pessoas a violência que sofreram em casa ou na própria escola. As atitudes dessas pessoas envolvem a necessidade de dominar, de impor autoridade e coagir, desejando, na verdade, ser aceitas e pertencer ao grupo e de chamar a atenção para si. Mostra ainda a dificuldade de lidarem com seus sentimentos, de colocarem-se no lugar do outro e perceberem os sentimentos das pessoas.

Aqueles que agridem passam a ter um comportamento de distanciamento e dificuldade em alcançar um bom rendimento escolar; nota-se que valorizam muito a violência como fonte de poder e tais fatos podem levar a comportamentos desadaptados na fase adulta.

Nosso papel é trabalhar com os grupos sociais nos quais vivemos, começando pelo núcleo familiar, o trabalho de valorização de princípios como respeito às diferenças, a tolerância, a convivência fraternal e de acolhimento das pessoas, valorizando a harmonia e a disponibilidade e refazer sua história, pois embora deixe lembranças, é possível refazer o caminho de vida, tanto para agressor quanto para agredido. É importante que pais, educadores, religiosos, líderes comunitários e empresas possam conversar abertamente sobre esse assunto, visando propostas para reverter este quadro.

Se existe uma cultura de violência, que se dissemina entre as pessoas, é importante que possamos espalhar uma contracultura de paz, especialmente nas crianças, que precisam ser moldadas e nelas semeadas boas sementes de paz, amor, harmonia. Vivemos um tempo de aprendizado de como lidar com isso: escolas, pais, agressores e agredidos, muitas vezes, não sabem o que fazer, mas o grande plano neste momento é aprender com o incentivo de gestos de compreensão, de cada vez mais cultivar o respeito às diferenças individuais e o olhar de fé e atitude de cada um de nós. 

Preste bem atenção a este Texto abaixo, encontrei em um Blog e prefiro nem comentar as tais maneiras de livrar-se do Bullying nas Escolas brasileiras.

15 Maneiras - Fugindo do Bullying

1. Não vá a Escola! Diga a seus pais que não quer acabar numa caixa de madeira.
2. Troque de escola sempre que for ameaçado, insultado ou parar no hospital.
3. Adquira superpoderes e use-os para se proteger e proteger os outros.
4. Estude bastante quimica e faça uma formula para ficar invisível.
5. Junte a sua mesada com a de seus amigos e contrate um guarda-costas.
6. Fique famoso! Com tanto paparazzi te seguindo pela escola, ninguém vai querer ser fotografado incomodando você.
7. Espalhe que seu pai é uma pessoa violenta e que já foi preso várias vezes por agressão.
8. Se alguém encrencar você, grite o mais alto que puder par todo mundo vir correndo e deixar os bullies sem graça.
9. Organize uma campanha na escola onde todos que praticam o bullying serrão obrigados a usar nariz e sapato de palhaço a aula inteira... ou melhor a semana inteira ou serão expulsos.
10. Fique amigo de todos os 'bullies', ande com eles e, secretamente, denuncie-os aos professores, os pais e a direção. Não se esqueça de filmar tudo com o celular para usar como prova.
11. Processe a escola por permitir o bullying. Aposto que, quando doer no bolso, eles decidem fazer alguma coisa.
12. Ande sempre em gruo, no mínimo umas... 30 pessoas. É assim que os cardumes de peixes fazem para desmotivar os tubarões. Não adianta para os peixes, mas quem sabe adiante para você?!
13. Diga que a sua avó é macumbeira. 'Bullies' são covardes e tem medo de exus!
14. Dê uma de excêntrico e ande com roupas da grife do Restart. Assim, você atrai os olhares de todos os 'bullies' nem chegam perto.
15. Seja preso. Na cadeia, tem Bullying igual, mas pelo menos lá você tem uma vantagem: não precisa estudar!

O Papo de Coroinha não aconselha nenhuma destas 'maneiras'!

Elaine Ribeiro  
Psicóloga Clínica e Organizacional,colaboradora da Comunidade Canção Nova.
OBS.:Este blog é cristão. Não nos responsabilizamos pelo contéudo existente nele.
Confira os últimos posts do Coordenador do GCSMA no Papo de Coroinha JOVEM 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Reino Unido: escolas católicas têm mais qualidade, afirmam estudos.

As escolas católicas da Inglaterra e de Gales oferecem uma educação melhor do que outras instituições em todos os níveis, especialmente no desenvolvimento pessoal dos estudantes.
Esta foi a conclusão de dois estudos publicados na última segunda-feira pelo Catholic Education Service for England and Wales (CESEW).
O CESEW publicou uma “Relação de Dados do Censo de 2009 para as Escolas e Colégios” e um estudo intitulado “Valor Agregado: O Diferencial dos Colégios e Escolas Católicas na Inglaterra”.
O estudo aponta que, conforme a Office for Standards in Education, Children’s Services and Skills (OFSTED), do governo, “as escolas católicas atingem, constantemente, uma pontuação melhor do que a média”.
O bispo Malcom Mahon, presidente da CESEW, afirmou que “esses dois estudos ratificam claramente que a educação católica contribui muito para o futuro da nossa sociedade”.
“Além disso”, agregou Mahon, “estes informes confirmam que o dinheiro dos contribuintes destinado às escolas católicas é bem empregado”.
Oona Stannard, chefe-executiva e diretora do CESEW, comentou: “Fico feliz de comprovar que os nossos esforços são valorizados com pontuações visivelmente mais altas no desenvolvimento pessoal, inclusive no prazer de frequentar a escola”.

“Obter resultados positivos não só beneficia os alunos, dos quais cerca de 30% não são católicos, mas mostra ainda que a Igreja investe no futuro bem-estar da sociedade através das escolas católicas”.
No desenvolvimento pessoal e no bem-estar, o estudo destaca que “a diferença mais notável é encontrada na avaliação do desenvolvimento espiritual, moral, social e cultural dos alunos, embora as escolas católicas tenham recebido melhor pontuação no aproveitamento que os alunos fazem da sua educação, no seu comportamento e na contribuição positiva que eles dão à comunidade local”.
Esta categoria, em que as escolas católicas mostram grande vantagem sobre a concorrência, exerce influência sobre outros elementos, como um estilo de vida saudável, práticas de segurança, assistência, comportamento e bem-estar econômico.














Acima da média
73% das escolas de ensino médio foram consideradas excelentes ou boas, contra 60% das escolas públicas. Na educação fundamental, 74% das católicas foram consideradas excelentes ou boas, ante 66% das públicas.
O estudo acrescenta que estes resultados refletem, também, a diversidade social que existe nas escolas católicas, já que estas instituições têm o mesmo quadro que as escolas públicas de crianças que recebem auxílios, como o refeitório gratuito.
As escolas católicas apresentam ainda maior diversidade étnica do que as suas homólogas públicas.
Na apresentação do informe, Stannard afirmou que “talvez a parte mais reveladora é a breve seção que pondera o valor agregado por estas escolas”.
“Esses resultados mostram que as nossas escolas estão se saindo extraordinariamente bem, tanto nas medidas objetivas dos resultados como quando se consideram fatores contextuais, como os níveis de diferenças sociais”, acrescentou.
Stannard continuou dizendo que “três destaques do informe são particularmente motivadores e deveriam nos incentivar à colaboração e à confiança nas nossas comunidades”.
“O primeiro é o alto nível de qualidade que oferecemos desde os primeiros anos até o ensino médio. O segundo é a grande qualidade em todos os aspectos da liderança”.
“O mais importante de todos talvez seja o terceiro, que concerne à nossa contribuição à comunidade, constantemente avaliada acima da média tanto no ensino fundamental quanto no médio”.
Stannard manifestou que “ao encarar os desafios da educação no século XXI, podemos afirmar com confiança que as escolas católicas fazem parte da solução e não do problema”.
Zenit